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Mercado de Trabalho Feminino no Exterior


Com bem sabemos, no dia 08 de Março, comemoramos o dia Internacional da mulher. Durante muito tempo, as mulheres viveram sendo submissas aos homens, não tinham direito ao voto, não podiam trabalhar e suas funções eram apenas cuidar dos filhos e da casa. No entanto, esse cenário foi se modificando devido as lutas de grandes guerreiras que marcaram a história da humanidade.


Elas estão, cada dia mais, superando preconceitos, o machismo e conseguindo provar que não existe o tal do “sexo frágil” – conquistando, assim, mais espaço na sociedade, de forma bastante positiva. Atualmente, muitas mulheres são mães, esposas, profissionais e donas de casa.


Após diversas lutas por direitos iguais, as mulheres, hoje, se encontram em situações muito melhores que antigamente – mesmo que ainda há desvalorização em algumas áreas. E, graças a isso, muitas delas ocupam cargos importantes em empresas, já possuem o direito ao voto, viajam sozinhas, estudam e, claro, vivem suas vidas com responsabilidades iguais (às vezes até maiores) aos homens – sendo uma das melhores conquistas da história.


Pesquisadores do The Economist usaram dados do “Relatório de Diferenças de Gênero” do Fórum Econômico Mundial, Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD) e outras fontes para analisar as maiores economias do mundo e chegaram à conclusão de que, apesar do progresso já conquistado, ainda há um caminho longo a ser percorrido à igualdade de gênero.


Os dados consideraram nove fatores, como ensino superior, licença maternidade, piso salarial, participação no mercado de trabalho e custos do cuidado infantil. Os resultados mostraram que os países escandinavos dominam a lista dos melhores lugares do mundo para se trabalhar se você for mulher.


A Finlândia é o país com o maior número de mulheres no ensino superior e com a maior participação feminina no contingente de trabalhadores. Nele, 83% das mulheres, mesmo quando se tornam mães, trabalham em período integral, graças ao sistema público de assistência à infância e refeições gratuitas nas escolas.


Grandes potências como EUA e Reino Unido não conseguiram um lugar no top 10. A Grã-Bretanha, apesar de 22º melhor no mundo, ainda tem uma diferença salarial de 17,5% entre homens e mulheres. Neste quesito, a Nova Zelândia tem a menor porcentagem (5,6%), além disso, 40% de todas as posições de chefia e gerencia são ocupadas por mulheres no país.


Diante deste cenário, listamos os melhores países do mundo todo para as mulheres trabalharem:


1. Finlândia

2. Noruega

3. Suécia

4. Polônia

5. França

6. Hungria

7. Dinamarca

8. Espanha

9. Bélgica

10. Nova Zelândia

11. Canadá

12. Portugal

13. Israel

14. Eslováquia

15. Alemanha

16. Austrália

17. Estados Unidos

18. Itália

19. Grécia

20. Holanda

21. Áustria

22. Grã-Bretanha.


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