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O Inglês no meio científico


É comum ouvir o comentário no Reino Unido e nos EUA que o inglês é uma língua universal. Mas muitas pessoas não falam inglês. Porém, em algumas áreas essa observação é pertinente. No mundo empresarial globalizado a fluência em inglês é indispensável. No campo da ciência, o inglês é a base do trabalho acadêmico. Mas nem sempre isso é um fator positivo.

O uso de uma língua franca no meio científico tem vantagens. Basta imaginar por alguns instantes as consequências da falta de comunicação entre cientistas de diferentes países para o progresso da ciência. Durante séculos, o latim permitiu que cientistas como Copérnico, Kepler e Newton ficassem, nas palavras de Newton, “apoiados nos ombros dos gigantes” que os antecederam. Com a ascensão dos vernáculos europeus como línguas “sérias”, uma pessoa culta e instruída deveria ser capaz de ler em vários idiomas. O alemão se destacou como a língua da ciência.

Agora, os cientistas não anglófonos aprendem inglês. Mas os cientistas que têm o inglês como língua oficial ou dominante pouco se interessam em aprender outros idiomas.

A língua inglesa e a formação de mestres e doutores na área da saúde

A globalização do mundo moderno abrange muitos campos, incluindo o da ciência, o que demanda uma comunicação internacional uniforme nessa área e, consequentemente, um idioma compatível. A pós-graduação, principal propulsora da ciência, tem se comprometido com a publicação frequente de artigos científicos, propagando e difundindo as conclusões geradas nas pesquisas.

A qualidade de um artigo científico e sua visibilidade encontram bom grau de êxito quando este é divulgado em revistas científicas reconhecidas internacionalmente.

Ainda no início da década de 1980, constatava que 88% de 605 mil artigos indexados na época eram escritos em inglês. A tendência de predominância desse idioma se mantém. Mesmo a base de dados Pascal, produzida pelo Institut de l'Information Scientifique et Technique e autodeclarada multilíngue, traz, a despeito de uma forte tendência em favor da literatura francesa, 76% dos documentos repertoriados em inglês.

Forattini considera o inglês como a "língua franca da ciência". Ele comenta sua adoção em publicações científicas partindo da definição da palavra "franca", que implica o significado de franquia, presente em expressões como "entrada franca", "sinal verde", "acesso irrestrito", "ausência de limites" e outras. Ao se pensar em "língua franca", subentende-se, assim, um modo de expressão, escrito ou verbal, que permita a comunicação entre diferentes povos e nações.

Em 2003, 97% das indexações no Institute for Scientific Information (ISI) estavam em inglês. Avaliando a base de dados Medline, identificou que 84% das publicações em revistas médicas indexadas em 2005 estavam em inglês. O banco de dados PubMed, que publica a produção da literatura internacional na saúde, divulgou, entre os anos de 1956 e 2006, 4.999.025 artigos científicos, sendo que em 81% deles a língua inglesa foi o idioma utilizado.

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